sábado, 26 de março de 2016

Existe diferentes tipos de medicamentos.

São várias as classificações que podem se dar aos medicamentos, eis alguns:
1. De acordo com a sua composição: simples e compostos;
2. De acordo com a forma de aplicar ou usar: interno e externo;
3. A terceira classificação que nos prenderemos
a explicar é oficinais, especializados e magistrais. (1) Oficinais são os que se encontram oficializados nas monografias da Farmacopeia. São, normalmente, preparações dotadas de boa conservação, que o farmacêutico pode manipular e guardar até ao momento do emprego. Há, porém, algumas exceções a esta regra, como a maioria das limonadas, a emulsão comum, etc., que se alteram rapidamente após preparação. (2) Especialidade são preparações farmacêuticas apresentadas no mercado em embalagem própria, destinada a ser entregue ao consumidor e com uma designação ou marca privativa. E (3) Magistrais os que não estão inscritos na Farmacopeia e que são preparados pelo farmacêutico na sua oficina segundo as indicações expressas numa receita médica, os quais apresentam, muitas vezes, má conservação, pois o clínico formula de acordo com as necessidades do momento, não se interessando na conservação do produto por período mais ou menos longo.
Finalmente, os medicamentos genéricos são preparações idênticas a especialidades, que podem ser produzidos em série, mas que não têm outra designação que não o nome ou nomes do fármaco ou fármacos constituintes. Naturalmente que um similar de uma dada especialidade deve apresentar uma biodisponibilidade idêntica ou muito próxima da especialidade que pretende reproduzir. Deve, pois, ser bioequivalente com ela. O seu interesse é preferencialmente de natureza económica, visto serem dispensados a um preço inferior ao do medicamento original.

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